Goianos conquistam 25 medalhas nas Paralimpíadas Escolares

Estudantes/atletas estiveram na Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) para apresentar ao secretário Flávio Peixoto as medalhas conquistadas pela delegação goiana nas Paralimpíadas Escolares 2018, realizadas de 19 a 24 de novembro, em São Paulo.

No início do mês, pouco antes de embarcarem, os estudantes/atletas estiveram na Secretaria para agradecer o apoio dado à inclusão esportiva na rede estadual. A expectativa era de uma participação positiva de Goiás na competição nacional.

Conquista alcançada

Do 22º lugar no ranking de 2017, a delegação goiana subiu para 12º neste ano, ao conquistar 25 medalhas nas modalidades de natação, atletismo, vôlei sentado e futebol de 5 (deficientes visuais).

“Vocês vieram com uma expectativa de sucesso, hoje voltam mostrando que a superaram, carregados de medalhas. Estamos satisfeitos com o sucesso e orgulhosos de vocês. E falo em nome da Seduce, do Estado, do governador e dos goianos”, parabenizou Flávio Peixoto.

A delegação goiana foi formada por 37 estudantes/atletas, que disputaram nas modalidades de vôlei sentado, bocha, natação, futebol de 5 (deficientes visuais), judô, tênis em cadeira de rodas, tênis de campo e atletismo.

As Paralimpíadas Escolares 2018 são promovidas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e nesta edição contau com a participação de mais de 1.500 competidores de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal. O evento foi no Centro de Treinamento Paralímpico (CTP), que fica na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo.

FONTE: Comunicação Setorial da Seduce

História do centro de Goiânia resgatada em livros

As ruas 3, 7 e 23 do Setor Central de Goiânia vão ter suas histórias resgatadas com o lançamento de dois livros na próxima quinta-feira (6/dez), às 20h00 no salão Dona Gercina Borges, do Palácio das Esmeraldas. As obras, de vários autores expoentes da literatura goiana, dão sequência ao projeto iniciado em dezembro do ano passado com livro histórico sobre a Alameda dos Buritis, de Narcisa Abreu Cordeiro e Rogério Arédio Ferreira.

Desta vez, Narcisa e Arédio estão acompanhados de Raquel Teixeira, Ubirajara Galli, Carol Pires e Maria Abadia Silva, no livro Rua 7, Centro, Além dos seus Sete Sobrados, contando histórias acontecidas nas décadas de 1940 e 1950. A outra obra é Ruas 3 e 23, Centro, Moradores Pioneiros, em que Ubirajara Galli também é autor, juntamente com Alba Dayrell e Carlos Leopoldo Dayrell.

Rogério Arédio foi morador da Rua 7, a exemplo de Raquel Teixeira. Ele conta que além da memória, os autores resgataram como era a região no início da nova capital com muita pesquisa e bate papos com antigos vizinhos. “A rua era muito conhecida por seus sete sobrados, que se destacavam naquela época de poucas residências”, relembra o escritor.

No outro livro histórico, as retratadas são as ruas 3 e 23. Segundo Alba Lucinia Dayrell, que atualmente preside a Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás (Aflag), pouco se sabe como era a vida no centro, primeira área residencial ocupada na nova cidade. “A ideia é documentar os hábitos e ações dos moradores dessa região nas primeiras décadas de sua existência”, afirma.

O projeto editorial das obras sobre as ruas centrais de Goiânia – sugestão da coautora de um dos livros, Narcisa Abreu Cordeiro, com o apoio institucional da Aflag – restaura, literariamente, o núcleo urbano histórico goianiense, do humano e de suas construções, materializando e revelando quem eram esses moradores e a participação deles no processo civilizatório de Goiânia.

Além da Aflag, o projeto tem o apoio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da União Brasileira de Escritores, Seção de Goiás.

FONTE: Assessoria Permanente de Comunicação

Cine Cultura retoma atividades com a estreia de quatro produções

O Cine Cultura está de volta com sua programação normal, trazendo ao público quatro estreias. Estão em cartaz na sala os longas-metragens A Moça do Calendário, de Helena Ignez; Uma Noite de 12 Anos, a cinebiografia de José Mujica, ex-presidente do Uruguai; A Misteriosa Morte de Pérola, uma espécie de romance de horror que resulta num belo exemplar brasileiro de cinema fantasma; e Sueño Florianópolis, uma viagem de vidas entre a Argentina e o Brasil em plena década de 1990, com atuações de Andrea Beltrão e Marco Ricca.

As sessões na sala começam às 15 horas, com o provocativo A Moça do Calendário. No filme, o real e o sonho se entrelaçam. A trama fala de Inácio, um home de 40 anos, casado e sem emprego fixo. Ele é ex-gari e trabalha como dublê de dançarino e mecânico numa oficina, onde sonha com a moça do calendário.

Na sequência, às 16h45, o público confere o filme Uma Noite de 12 Anos, cujo roteiro remete a ditadura militar no Uruguai. O longa mostra a saga de José Mujica, que viria a se tornar um dos mais admirados presidentes sul-americanos de todos os tempos, (Antonio de la Torre), Mauricio Rosencof (Chino Darin) e Eleuterio Fernández Huidobro (Alfonso Tort), que são presos e juntos enfrentaram uma verdadeira jornada de sobrevivência. Confinados e torturados por mais de 12 anos, sobreviveram às condições mais adversas em nome de suas ideologias.

Às 19 horas, entra em exibição A Misteriosa Morte de Pérola, que traz o drama de uma moçã que se muda para uma pequena cidade na França, para estudar em uma escola de arte. Longe de casa e do namorado, vivendo sozinha em um antigo e sombrio apartamento, a jovem vai sendo tomada pelo medo e pela nostalgia e começa a confundir o que é realidade e o que é fantasia. Quando a moça morre, em condições misteriosas, seu namorado vai buscar pela alma de Pérola.

A última sessão da programação começa às 20h30, com o premiado filme Sueño Florianópolis. A obra se passa em Buenos Aires, Argentina, no verão de 1990, com as aventuras de Pedro (Gustavo Garzón) e Lucrécia (Mercedes Morán), separados após vinte e dois anos de casamento, decidem viajar de férias com seus dois filhos adolescentes rumo ao litoral Sul do Brasil. Motivados pelo câmbio favorável, caem na estrada em um Renault 12, sem ar-condicionado, e viajam 1.750 km até Florianópolis (Santa Catarina). Juntos, porém separados, conhecem Marco (Marco Ricca) e Larissa (Andrea Beltrão). Pouco a pouco vão descobrindo qual é o sonho de cada um.

O Cine Cultura é uma unidade da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) e funciona no prédio do Centro Cultural Marietta Telles Machado, na Praça Cívica, Centro. O ingresso do cinema custa R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia). Pessoas acima de 60 anos têm acesso livre. Todas as segundas-feiras têm preço promocional de R$ 4.

 

Confira a programação da sala:

– 15h: A Moça do Calendário

– 16h45: Uma Noite de 12 Anos

– 19h: A Misteriosa Morte de Pérola

– 20h30: Sueño Florianópolis

 

FONTE: Seduce

MP exige que diretora do Bolsa Universitária suspenda benefício de estudante de classe alta

A promotora de Justiça Villis Marra recomendou à diretora do Programa Bolsa Universitária da Organização das Voluntárias de Goiás, Rúbia Erika Prado Cardoso, que suspenda imediatamente a bolsa universitária concedida à estudante Inddira Rodrigues Barbosa, estudante do curso de medicina da Faculdade Alfredo Nasser (Unifan). A orientação também é para que o benefício seja revogado definitivamente, em 30 dias, por não preencher o requisito de necessidade econômica e social, exigível para a sua concessão.

A promotora também requereu a realização de avaliações periódicas, de preferência anualmente, nos benefícios, para apurar se os beneficiários ainda mantêm os requisitos necessários à concessão da bolsa. A diretora tem dez dias para informar as providências tomadas.

Villis Marra relata que a mensalidade na Unifan, para o curso de medicina, gira em torno de R$ 7 mil. A beneficiária, no entanto, tem elevado padrão de vida, incompatível com o programa social. Conforme apurado pelo Centro de Inteligência do MP, além de morar em um condomínio de luxo, ter casado em Las Vegas, e ostentar suas viagens internacionais nas redes sociais, Inddira é proprietária de um Citroen C-3/2014, vive possivelmente em união estável com um empresário prestador de serviços ao Estado e fazendeiro, figurando como proprietário uma fazenda e arrendatário de outras duas.

A própria OVG informou ao MP que a aluna recebia bolsa integral em 2016, mas, por não ter atingido a média oito, a bolsa foi reduzida para parcial em 2017, passando ao valor de R$ 400,00.

Tanto a aluna como seu companheiro já foram ouvidos pela promotora, confirmando sua união estável, a moradia no condomínio de luxo e o casamento no exterior. Embora o homem tenha declarado estar em crise financeira, o elevado padrão de vida levado por eles é incompatível com o programa, avalia a promotora.

Ela observa que a Lei n° 17.405/2011 estabelece que o objetivo do Bolsa Universitária visa possibilitar a estudantes sem recursos financeiros ou de familiares acesso à educação superior. A norma ainda exige que o aluno seja economicamente carente, sendo assim considerado o aluno pertencente a grupo familiar com renda bruta de até 6 salários mínimos e, no máximo, um imóvel.

 

FONTE: Assessoria de Comunicação Social do MP-GO

Show de Natal começa nesta sexta-feira na Praça Cívica

A Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) já instalou boa parte da decoração natalina do Show de Natal na Praça Cívica. A Casa do Papai Noel e a iluminação serão inauguradas nesta sexta-feira, dia 30, às 19h30, pelo governador José Eliton e a honra da OVG, Fabrina Müller.

A abertura do Programa Show de Natal terá a participação de Papai Noel e a exibição do Coral Infantil do Instituto de Educação em Artes Gustav Ritter, que apresentará a Cantata de Natal na marquise do Palácio das Esmeraldas. Também haverá apresentação do cantor Almir Pessoa com a Orquestra de Violeiros.

A Praça Cívica recebeu decoração com luzes e cores que enfeitam a fachada do Palácio das Esmeraldas e as árvores da Praça com lâmpadas led. Um presépio e a Casinha do Papai Noel estão sendo instalados no jardim frontal do Palácio, onde as crianças poderão tirar fotos, participar de brincadeiras e conversar com o Bom Velhinho durante as visitas. O projeto, que visa reavivar o clima e a alegria do Natal, estará aberto ao público das 19 às 22 horas, até o dia 25 de dezembro.

Entrega de brinquedos

Programa Show de Natal também terá a distribuição de 600 mil brinquedos nos 246 municípios goianos. Em Goiânia, os presentes serão distribuídos em um novo formato. Serão realizados 12 eventos em bairros diferentes, em instituições sociais cadastradas na OVG, um em uma unidade da Organização e outro em uma área pública. A mudança visa democratizar a entrega, fazendo com que as crianças não precisem percorrer um longo trajeto para ter acesso aos brinquedos.

Crédito da foto: Henrique Luiz

Serviço:

OVG faz últimos preparativos para inaugurar decoração de Natal na Praça Cívica.

Data: sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Horário: 19h30

Local: Praça Cívica, Centro de Goiânia

FONTE: Assessoria de Comunicação e Marketing Institucional da OVG

Contas públicas ficam positivas em R$ 7,798 bilhões em outubro

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O setor público consolidado, formado pela União, os estados e municípios, registrou saldo positivo nas contas públicas em outubro, de acordo com dados divulgados hoje (30) pelo Banco Central (BC). O superávit primário, receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros, ficou em R$ 7,798 bilhões, resultado maior do que de igual período de 2017, quando foi de R$ 4,758 bilhões.

Em outubro, o resultado positivo veio do Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional), que apresentou superávit primário de R$ R$ 10,197 bilhões, uma melhora em relação ao superávit de R$ 4,967 bilhões em outubro de 2017.

O resultado do governo federal foi positivo em R$ 23,774 bilhões, em outubro, enquanto a Previdência apresentou déficit de R$ 13,221 bilhões.

De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, isso se deve ao aumento da arrecadação do governo federal. Ele explica que outubro é um mês cabeça de trimestre e concentra algumas impostos que têm arrecadação trimestral, como imposto de renda de pessoa jurídica e royalties do petróleo. “Isso eleva os resultados no mês”, disse.

Os governos estaduais e municipais também tiveram saldo negativo. Os governos estaduais de R$ 2,824 bilhões, e os municipais, de R$ 265 milhões. As empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas as dos grupos Petrobras e Eletrobras, registraram superávit primário de R$ 690 milhão no mês passado.

Nos dez primeiros meses do ano, houve déficit primário de R$ 51,523 bilhões, contra resultado também negativo de R$ 77,352 bilhões em igual período de 2017.

No acumulado em 12 meses encerrados em outubro, as contas públicas ficaram com saldo negativo de R$ 84,754 bilhões, o que corresponde a 1,24% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

A meta para o setor público consolidado é de um déficit de R$ 161,3 bilhões neste ano.

Gastos com juros

Os gastos com juros ficaram em R$ 13,905 bilhões em outubro, contra R$ 35,251 bilhões no mesmo mês de 2017. É o melhor resultado para os juros desde outubro de 2008, disse Rocha.

De janeiro a outubro, essas despesas chegaram a R$ 317,246 bilhões, contra R$ 338,4 bilhões em igual período de 2017. Em 12 meses encerrados em outubro, os gastos com juros somaram R$ 379,7 bilhões, o que corresponde a 5,55% do PIB.

De acordo com o BC, as intervenções em leilões de swaps cambial – equivalente à venda de dólares no mercado futuro – favoreceram a apropriação de juros no mês passado, com ganhos de R$ 19,3 bilhões. Houve então redução do déficit nominal, formado pelo resultado primário e os resultados dos juros, que atingiu R$ 6,107 bilhões no mês passado ante R$ 30,494 bilhões de outubro de 2017.

De janeiro a outubro, o resultado negativo ficou em R$ 368,769 bilhões, ante R$ 415,730 bilhões em igual período do ano passado. Em 12 meses, o déficit nominal ficou em R$ 464,448 bilhões, o que corresponde a 6,79% do PIB.

Dívida pública

A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 3,642 trilhões em outubro, o que corresponde 53,3% do PIB, com aumento de 1,1 ponto percentual em relação a setembro (52,1% do PIB). É o maior nível da dívida em relação ao PIB desde maio de 2004 (53,5%).

No mês, o impacto mais significativo foi da valorização cambial de 7,1%, que respondeu pela elevação de 1,3 ponto percentual da dívida líquida, que corresponde R$ 87,493 bilhões no estoque da dívida.

No ano, a dívida líquida em relação ao PIB cresceu 1,7 ponto percentual. Segundo o BC, esse aumento ocorreu, em especial, pela incorporação dos juros nominais, o déficit primário, a alta do dólar, acumulada em 12,4%, e o efeito do crescimento do PIB nominal. A dívida pública cai quando há alta do dólar, porque as reservas internacionais, o principal ativo do país, são feitas de moeda estrangeira.

Em outubro, a dívida bruta – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 5,231 trilhões ou 76,5% do PIB, com redução de 0,7 ponto percentual em relação a setembro.

(FONTE: Site Agência Brasil)

Piloto flagrado bêbado pouco antes de voo decolar é condenado a 10 meses de prisão em Londres

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Piloto japonês, Katsutoshi Jitsukawa, foi condenado a 10 meses de prisão após ser flagrado bêbado pouco antes de voo decolar em Londres — Foto: London Metropolitan Police via AP

Exames apontaram que o nível de álcool no sangue de Katsutoshi Jitsukawa, de 42 anos, chegava perto de 10 vezes o limite legal.

Um copiloto da Japan Airlines que foi preso por embriaguez pouco antes de seu voo decolar de Londres para Tóquio, em outubro, foi condenado a 10 meses de prisão por violar as leis da aviação britânica, segundo a CNN.

Exames apontaram que o nível de álcool no sangue de Katsutoshi Jitsukawa, de 42 anos, chegava perto de 10 vezes o limite legal.

Em 28 de outubro, o motorista do ônibus que transportava a tripulação no aeroporto de Heathrow até a aeronave notou que Jitsukawa exalava cheiro de álcool e o denunciou à polícia.

O avião, um Boeing 777, com capacidade para 244 passageiros, teve que ser operado pelos dois outros pilotos. O voo atrasou mais de uma hora. A Japan Airlines pediu desculpas pelo incidente.

O copiloto foi levado para o tribunal de Uxbridge, no oeste de Londres, onde admitiu ter consumido excesso de álcool, informou a Polícia Metropolitana de Londres. Ele disse ter bebido na noite anterior duas garrafas de vinho e uma jarra de cerveja, segundo a emissora japonesa NHK.

Passageiro caminha ao lado do logotipo da Japan Airlines, no aeroporto de Haneda, em Tóquio, em imagem de 8 de janeiro de 2010  — Foto: Itsuo Inouye/ AP
Passageiro caminha ao lado do logotipo da Japan Airlines, no aeroporto de Haneda, em Tóquio, em imagem de 8 de janeiro de 2010 — Foto: Itsuo Inouye/ AP

De acordo com os testes, ele tinha 189 miligramas de álcool por 100 mililitros de sangue, quase 10 vezes o limite legal para os pilotos, de 20 miligramas. Para os condutores de veículos, o limite na Grã-Bretanha é de 80 miligramas.

O incidente acontece um dia depois que outra grande companhia aérea japonesa, a All Nippon Airways, pediu desculpas por atrasos em cinco voos depois que um piloto ficou doente por causa da bebida excessiva na noite anterior, segundo com a Associated Press.

(FONTE: Site G1)

Novo recurso do Instagram permite usuários publicarem stories para grupos menores

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Instagram — Foto: Reuters

“Se você está na lista de amigos próximos de alguém, você verá um anel verde em torno da foto da pessoa na seção de stories e um distintivo verde quando você estiver visualizando os stories”, disse o Instagram.

O Instagram anunciou nesta sexta-feira o lançamento de uma nova função chamada de “Close Friends” ou “Amigos Próximos”, permitindo usuários compartilharem seus stories com grupos menores de pessoas.

O novo recurso, que irá aparecer no perfil do usuário no menu lateral, permite que que os mais de 1 bilhão de usuários da rede criem grupos menores de amigos e compartilhem seus stories exclusivamente com estes grupos.

“Se você está na lista de amigos próximos de alguém, você verá um anel verde em torno da foto da pessoa na seção de stories e um distintivo verde quando você estiver visualizando os stories”, disse o Instagram.

 

Instagram lança recurso de publicação de stories para grupo reduzido de amigos — Foto: Reprodução/Instagram
Instagram lança recurso de publicação de stories para grupo reduzido de amigos — Foto: Reprodução/Instagram

 

O Facebook tem se focado no Instagram, seu gerador de receitas que cresce mais rapidamente, enquanto a principal plataforma de redes sociais da companhia tem sido cobrada por reguladores para aprimorar garantias de segurança de privacidade, combater o vício em redes sociais e conter disseminação de informações mentirosas.

Em outubro, o Instagram nomeou Adam Mosseri, que há muito ocupava cargos na empresa, como diretor do aplicativo de compartilhamento de fotos, após a saída dos co-fundadores Kevin Systrom e Mike Krieger.

A rival Snap, proprietário do Snapchat, que enfrenta dura competição do Instagram, está redesenhando o aplicativo para trazer mais usuários e anunciantes. A Snap também recebeu US$ 250 milhões de investimento do príncipe Saudita Alwaleed bin Talal enquanto a plataforma migra para um modelo de serviço pessoal para anunciantes.

(FONTE: G1)

Casacos de pele estão com os dias contados na moda internacional?

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Direito de imagem HOUSE OF FLUFF – A marca House of Fluff produz peles artificiais de alto padrão

London Fashion Week, realizada em setembro, foi a primeira semana de moda no mundo a banir peles de animais. Ativistas ficaram eufóricos.

Poucas semanas depois, Los Angeles votou pelo banimento da produção e venda de pele na cidade, tornando-se a maior cidade americana a tomar a iniciativa. Será que a pele animal – o material mais controvertido da moda – finalmente está com seus dias contados?

Parece que sim. Casas de luxo têm seguido a tendência de banir o material. A Burberry, gerenciada por Riccardo Tisci, tomou a posição apenas um dia antes do evento londrino. Gucci, Michael Kors, Tom Ford, John Galliano, Maison Margiela, Jimmy Choo e Versace o fizeram nos últimos dois anos. Stella McCartney, rainha incontestável do luxo sustentável, nunca trabalhou com peles.

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Direito de imagem STELLA MCCARTNEY – A estilista britânica Stella McCartney sempre foi fortemente contra o uso de peles de animais na moda, chamando-a de ‘imoral, cruel e bárbara’

Em junho, a gigante online de luxo Yoox Net-a-Porter, que vende para alguns dos maiores clientes de pele, como a China, anunciou que não venderá peles reais e cita o feedback de seus clientes como argumento.

Substituir por sintético

Além disso, o CEO da Gucci, Marco Bizzarri, questionou estudantes da London College of Fashion em outubro de 2017: “Você acha que usar peles hoje ainda é moderno?” E o próprio concluiu: “Acho que não. E é por isso que não vamos mais aceitá-la”. Para uma indústria que se orgulha de ser atenta a novas tendências, o pronunciamento de Bizzarri foi uma sentença de morte para as peles de verdade.

Já era hora. Da captura selvagem aos horrores do mercado chinês de peles, em que a retirada da pele do animal vivo é parte do processo, nada na produção é simples. Filmes como Klatki revelaram as vidas devastadas de animais em fazendas europeias de pele de animais.

“Usar pele de animal é imoral, cruel e bárbaro – é uma indústria que se capitaliza com a morte”, diz uma campanha no site de McCartney. Uma rápida olhada nos pequenos e traumatizados animais mostrados em Klatki prova que ela não está exagerando.

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Direito de imagem HOUSE OF FLUFF – A pele sintética criada por marcas de luxo é geralmente tão macia em textura quanto a pele real

Por que a moda está agora se movimentando tão rápido para se distanciar da pele animal? “Cada vez mais, os clientes esperam que as marcas demonstrem responsabilidade social, sustentabilidade e respeito ao bem-estar animal; o movimento pelo banimento da pele é parte deste pensamento”, afirma Wendy Higgins, diretora de mídia da ONG Humane Society International.

“As pessoas não querem ver peles de animais; elas passaram a simbolizar um egoísmo que eles não querem apoiar. Essa percepção por designers como Gucci criou um efeito dominó.”

Nada disso surpreende Kym Canter, ex-diretora criativa da glamurosa J Mendel, que é uma confessa ex-viciada em pele e agora diretora de sua própria empresa de peles artificiais, House of Fluff. “Eu troquei de time”, ela ri. “Alguns dos meus casacos favoritos eram super glamurosos, mas um dia eu pensei, ‘isso é loucura, eu amo animais e estou vestindo peças de vestuário que não combinam com a minha visão moral'”.

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Direito de imagem HOUSE OF FLUFF – O casaco de estampa de leopardo da House of Fluff é feita de peles artificiais ultra-macias e de alta qualidade

Mas descobrir alternativas estilosas era uma tarefa complicada para Canter. E foi pela sua experiência no mercado de luxo que ela decidiu produzir suas próprias peles artificiais. Seus casacos – com estampas de “leopardo”, boleros macios de “cordeiros da Mongólia”, jaquetas de “urso” – são incrivelmente luxuosos.

Luxo ético

Para Hannah Weiland, fundadora da marca britânica Shrimps, que produz peles artificiais com cores vibrantes, o padrão do novo falso é a chave para sua longevidade. “Quando lancei a marca em 2013, não havia nenhuma opção de alta qualidade”, ela lembra. “Assim que as pessoas passaram a sentir a nossa pele artificial, elas ficaram impressionadas. E isso contribuiu para combater a pele real”. Além disso, isto é moda feita para durar. “Há casacos que você usará em várias estações, até passar adiante”, diz Canter. “São produtos de luxo”.

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Direito de imagem SHRIMPS As peles artificiais coloridas de Shrimps são produtos de luxo feitos para durar

De fato, são. Todas as novas casas de luxo que baniram as peles de animais estão abraçando a causa com paixão, elevando tanto os padrões de design quanto seus materiais. Os casacos largos e peludos da MM6 Maison Margiela são um achado; assim como as peças da coleção outono/inverno 2018 de McCartney.

E ninguém vai esquecer de Cara Delevingne desfilando com uma capa arco-íris de pele artificial da Burberry, na última performance do descolado diretor-criativo Christopher Bailey para a coleção outono/inverno, em fevereiro.

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Direito de imagem MAISON MARGIELA – Maison Margiela está entre as novas marcas de luxo com novas peles artificiais que elevaram os padrões de seu processo

Mas ativistas não podem descansar ainda. Apesar de suas credenciais de respeito aos animais, as peles artificiais são feitas de modacrílico, um derivado do petróleo e de sintéticos. Isto significa que, como outros produtos a base de petróleo, ele polui o ambiente durante sua produção, além de liberar microfibras durante a lavagem e de não ser biodegradável.

O lobby pró-pele de animal toma partido disso, citando a pele real como a única opção “realmente sustentável”.

Enquanto isso, consumidores ávidos por fazer a coisa certa são deixados à deriva: peles artificiais para salvar os animais ou peles reais para salvar o planeta? Fácil dizer, defende Higgins. “Todos os materiais usados na moda têm algum impacto – isso incluindo a pele animal”, ela ressalta.

“O impacto na produção de pele real não pode ser descartado, já que vai desde as emissões de CO2 e o descarte do esterco das fazendas ao coquetel de substâncias químicas usadas na limpeza e no tingimento das peles. Elas estão longe de serem sustentáveis.”

“Não se distraia”, acrescenta Canter. “Há muitos estudos mostrando que a pele animal é muito mais prejudicial ao ambiente do que as artificiais. A indústria de pele tem um bilhão de dólares para gastar em anúncios. Eles são espertos, eles estão preocupados e eles têm várias pessoas construindo sua mensagem. Até agora, isso tem sido extremamente eficiente.”

Cara Delevingne
Direito de imagem GETTY IMAGES – Cara Delevingne desfilou usando a capa de arco-íris da Burberry, feita com pele artificial, peça que foi destaque no desfile outono/inverno de Londres

Ao mesmo tempo, os melhores designers de peles artificiais estão se esforçando para ajudar o planeta. A marca de Canter trabalha com materiais orgânicos e sustentáveis sempre que possível e produz tudo localmente; seu provocante carro-chefe na Bowery de Nova York é feita a partir de materiais reciclados. Os tecidos recicláveis de porta-vestidos são produzidos por uma cooperativa de mulheres em El Salvador. Essa é a mesma posição de Stella McCartney, cujos escritórios e fábricas consideram todos os aspectos de impacto ambiental.

Para aqueles ainda inquietos com as credenciais sustentáveis da peles artificiais, no entanto, opções estão surgindo. Para a coleção outono/inverno 2018, os pioneiros sustentáveis britânicos Vin & Omi terminaram seu show com um casaco largo e flexível feito de lã polida e penteada de dez lhamas de estimação que ainda saltitam por suas pequenas propriedades. “Queríamos incluir a lã crua, porque ela tem uma suavidade incrível”, diz Omi. “E queríamos que o público apreciasse que a moda de alta costura pode ser ecológica”.

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Direito de imagem SHRIMPS – A provocante marca Shrimps usa materiais sustentáveis sempre que possível

E há biotecnologia sendo cada vez mais usada para desenvolver alternativas sustentáveis para animais em alimentos, moda e além, diz Mina Jugovic, do Centro de Moda Sustentável. Ela cita como exemplo os colares de musgo vivo feitos pela estudante do London College of Fashion Tara Baoth Mooney – “seus colares de musgo promovem o conceito de ‘biomimética simbiótica” – e o trabalho de Ashleigh Chambers, que está desenvolvendo peles artificiais biodegradáveis com uma nova fibra de celulose criada de arbustos de rosa.

Enquanto isso, o designer Ingvar Helgason, da empresa de peles criadas em laboratório BioFur, desenvolve materiais a partir de células-tronco. Além disso, em resposta a alegações da Federação International de Peles de Animais, pesquisadores do Instituto de Peles Artificiais, fundado por Arnaud Brunois, estão desenvolvendo uma fibra em que 40% de seus ingredientes são plantas.

A ideia é reduzir a dependência de peles artificiais à base de petróleo, assim como aplicar métodos mais seguros para reciclar o material e desenvolver formas de transformar os materiais sintéticos em energia.

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Direito de imagem SHRIMPS – Algumas marcas de luxo estão trabalhando para criar peles sintéticas mais ecológicas

Em Nova York, Canter está trabalhando com substâncias químicas para criar “uma pele artificial ainda mais sustentável”. “No nível dos fios e do tecido”, diz ela, ansiosa. “Queremos ter isso pronto para chegar ao mercado daqui a um ano. Estamos super comprometidos com isso. O artificial pode ser feito de ingredientes que não agridam as plantas e os animais – e estamos trabalhando nisso.”

(FONTE: Site BBC News) 

A curiosa aranha que amamenta seus filhotes

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A Toxeus magnus amamenta seus filhotes

Cientistas chineses descobriram que ao menos uma espécie de aranha amamenta seus filhotes, de uma maneira muito parecida com os mamíferos, e com uma substância riquíssima em proteína – bastante similar ao leite.

Conforme explicou à BBC News Brasil o pesquisador Zhanqi Chen, do Jardim Botânico Tropical de Xishuangbanna e um dos autores da pesquisa científica – publicada nesta quinta-feira pela revista Science –, a descoberta da aranha que amamenta ocorreu por causa de um comportamento que intrigava os cientistas.

O fato de que, na espécie de aranha saltadora Toxeus magnus, filhotes tendem a ficar muito tempo no mesmo ninho da mãe, mesmo quando já crescidinhos. “Isso é incomum em aranhas saltadoras”, afirma Chen.

“Então, levantamos a hipótese de que a mãe poderia fornecer cuidados maternais duradouros”, prossegue. A questão, então, passou a ser: se elas fazem isso, como fazem? E por quanto tempo?

Aranha e filhotes no laboratório
XISHUANGBANNA TROPICAL BOTANICAL GARDEN  – Tão logo nascem, as aranhas ingerem gotículas do líquido proteico e depois passa a sugá-lo da mãe

Munidos de tais perguntas, os pesquisadores foram à observação. Descobriram que os filhotes da Toxeus magnus não deixam o ninho até a terceira semana de idade. Nessa altura da vida, os bichos já têm o comprimento de 3,5 milímetros – essas aranhas, muito parecidas com formigas, nascem com 0,9 milímetro.

“Por outro lado, em todo esse tempo, a mãe nunca foi observada levando comida (como moscas de fruta) para o ninho”, relata o pesquisador. “Isso nos deixou confusos sobre qual seria a fonte de alimentação da prole.”

Chen disse que a equipe, então, formulou três possibilidades – de acordo com aquilo que costuma ocorrer no reino animal. A alimentação poderia ser provida via regurgitação, pela mãe. Ou os filhotes de aranha poderiam ingerir ovos tróficos – ovos não fecundados que são postos justamente para servir de alimento, a exemplo do que ocorre com abelhas e formigas, por exemplo. Ou ainda alimentação fecal. “Entretanto, o registro de observação rejeitou todas essas hipóteses”, conta o cientista.

Leite de aranha

Essa interrogação estava literalmente tirando o sono de Chen. Ele contou à reportagem que foi numa madrugada – por volta de 1h30 de uma noite de julho de 2017 – que ele notou algo muito interessante. Um dos filhotes aumentava de tamanho justamente quando estava atrelado ao abdome da mãe. “Era um comportamento muito semelhante ao da amamentação em mamíferos”, afirma.

Ciente desse fenômeno, o cientista passou a focar suas análises no misterioso fluido que servia de alimentação para a prole. Percebeu que, tão logo nascem, as aranhinhas primeiro ingerem gotículas do mesmo líquido já depositadas na superfície do ninho. Só mais tarde estavam aptas para conseguir sugar da mãe – pelo mesmo orifício utilizado para a postura dos ovos.

Essa alimentação, constataram os pesquisadores, é a principal fonte de nutrientes dos filhotes até chegarem a cerca de 40 dias de vida, ou seja, praticamente quando atingem a maturidade sexual.

O fluido também foi analisado em laboratório. De acordo com Chen, trata-se de uma substância muito parecida com leite e que contém quase quatro vezes a quantidade de proteína encontrada no leite de vaca.

A Toxeus magnus é um tipo de aranha saltadora
A Toxeus magnus é um tipo de aranha saltadora

O que provoca a dúvida: será que um dia essa substância poderá ser utilizada industrialmente?

“Teoricamente, isto tudo é possível, mas acho que ainda estamos muito longe para discutir este assunto. Precisamos esperar até que todos os componentes do leite de aranha sejam claramente analisados”, diz Chen. “Talvez, algum dia, no futuro, possamos começar a ter indústrias de leite de aranha por meio de alguns métodos biotécnicos.”

Biologia

Os pesquisadores envolvidos do trabalho ressaltam também a importância que a descoberta pode ter no entendimento sobre cuidados parentais na natureza. Afinal, sempre se acreditou que cuidados com a prole até praticamente a vida adulta fossem características mais comuns entre mamíferos.

No caso dos indivíduos de Toxeus magnus, Chen e sua equipe observaram que a mãe não só alimenta os filhotes como também ajuda na proteção e outros cuidados de sobrevivência.

De acordo com a última edição do ‘Catálogo Mundial das Aranhas’, um compilado taxonômico com 47.868 espécies registradas, a Toxeus magnus é um aracnídeo identificado e descrito pela primeira vez em 1933. É uma aranha saltadora autóctone de Taiwan.

Administrado pela Academia Chinesa de Ciências, o Jardim Botânico Tropical de Xishuangbanna, onde o leite de aranha foi descoberto, é uma instituição que existe desde 1959.

Trata-se de um centro de pesquisas especializado, onde trabalham cerca de 340 cientistas. O Jardim Botânico conta com mais de 13 mil espécies de plantas e animais.

(FONTE: BBC News)