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Após trimestre ruim, economistas preveem PIB abaixo de 1% no ano

O desempenho da economia no primeiro trimestre deve fazer com que as expectativas para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2019 piorem ainda mais. Com o fraco resultado da atividade econômica observado entre janeiro e março, passou a ganhar força entre os analistas um cenário de que o crescimento do Brasil neste ano possa ser inferior a 1%.

Antes da divulgação dos dados deste início ano, bancos e consultorias estimavam que o avanço do PIB ficaria entre 1% e 1,5%. Se esse cenário mais pessimista se confirmar, a economia brasileira vai colher um resultado mais fraco do que o observado em 2017 e 2018, quando o PIB cresceu apenas 1,1%.

“Os números do primeiro trimestre reforçaram o quadro de uma economia fraca”, diz a economista e sócia da consultoria Tendências, Alessandra Ribeiro. A Tendências projetava crescimento de 1,6% para 2019, mas agora deve revisar esta projeção para abaixo de 1%.

Saiba mais em: https://www.google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/economia/noticia/2019/05/30/com-1o-trimestre-ruim-economistas-projetam-pib-abaixo-de-1percent-em-2019.ghtml

(Fonte: G1)

Cinco postos de combustíveis em Goiânia estão oferecendo 42% de desconto no valor da gasolina comum

Hoje, quinta-feira (30), cinco postos de combustíveis da capital vão oferecer 42% de desconto no valor da gasolina comum. O desconto será em cima do valor da bomba, para pagamento em dinheiro. Os estabelecimentos irão distribuir vouchers para número limitado de clientes.

O encerramento da campanha ocorrerá quando esgotado o estoque de combustível promocional, o qual consiste exclusivamente em 2 mil litros de gasolina comum. O abastecimento será limitado a até R$ 50 por cliente ou veículo.

Os estabelecimentos participantes serão o Posto do Ratinho, no Setor Sul; Posto Xodó, no setor Bueno; Posto Z + Z, setor Sul; Posto Moreira, no Setor Oeste; e Posto Z + Z na Vila Adelia I e III.

A ação é conhecida como Dia Livre de Impostos(DLI) e está na 13º edição. O intuito é conscientizar a população sobre a alta carga de impostos e apoiar a simplificação tributária no Brasil. Cerca de 18 estados, mais o Distrito Federal (DF), irão comercializar variados produtos e serviços sem repassar o valor da tributação no preço final para os clientes.

Em Goiânia, a realização é fruto de parceria entre a Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem de Goiânia (CDL Jovem) e Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto).

Dia da Liberdade de Impostos (DLI)
Data: 30/05/2019
Postos participantes e horários: Das 7 horas às 9 horas – Posto do Ratinho (Rua 85, Nº 1049, Setor Sul);
Das 9 horas às 11 horas – Posto Xodó (Av. 85, nº 2.890 – Setor Bueno);
Das 12 horas às 14 horas – Posto Z+Z (Av. 136 – Av. 136 Nº 1477, Qd. F42A Lt. 16E – Setor Sul);
Das 15h30 às 17h30 – Posto Moreira (Av. Assis Chateaubriand, Qd. R22, Lt. 10, Nº 2055, Setor Oeste);
Das 18h30 às 20h30 – POSTO Z+Z (Av. Consolação Qd. 3 Lt. 16, Vila Adelia I e III).

(Fonte: Mais Goiás)

Em conferência, EUA apoiam entrada do Brasil na OCDE

Os Estados Unidos declararam, nesta terça-feira (23), apoio oficial à entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) , de acordo com uma publicação da Embaixada dos EUA no Twitter. A declaração de apoio foi feita durante a conferência ministerial da organização em Paris.

O presidente americano, Donald Trump, já havia anunciado, durante encontro com o presidenteJair Bolsonaro há dois meses, que apoiaria a entrada do Brasil na organização – desde que o país retirasse o tratamento especial na Organização Mundial do Comércio, a OMC.

Pelo acordo, o Brasil iria abdicar de uma condição de tratamento diferenciado nos acordos comerciais internacionais em troca do apoio norte-americano.

Desde então, representantes do governo dos EUA teriam respondido de maneira dúbia se iriam, de fato, se posicionar a favor do Brasil na conferência ministerial que acontece nesta quinta (23), de acordo com o jornal “Valor Econômico”.

O ministro Ernesto Araújo, de Relações Exteriores participa, em Paris, da reunião ministerial do conselho da OCDE nesta quinta (23).

Desde 2007, o Brasil é parceiro-chave da organização, mas não um membro. Em 2017, o país pediu formalmente para participar da OCDE, e aguarda uma resposta.

A OCDE é apelidada de “clube dos ricos”, e ingressar nela seria uma sinalização de que o país cumpre uma série de medidas econômicas ligadas à inflação e ao controle fiscal.

A principal vantagem apontada por especialistas é que, se o país fizer parte da organização, conseguirá atrair investidores do mundo inteiro.

Veja mais em:https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/05/23/em-reuniao-eua-apoiam-entrada-de-brasil-na-ocde.ghtml

Com alta real de 1,28%, arrecadação tem melhor mês de abril em 5 anos

A arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais registrou alta real (descontada a inflação) de 1,28% em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado, para R$ 139,030 bilhões, informou nesta quinta-feira (23) a Secretaria da Receita Federal.

No mesmo período de 2018, a arrecadação somou R$ 137,269 bilhões. Os valores foram corrigidos pela inflação.

De acordo com dados da Receita Federal, este foi o melhor resultado para meses de abril desde 2014 (ou seja, em 5 anos) – quando o resultado havia sido de R$ 140,487 bilhões .

Os números também mostram que a arrecadação vem oscilando. Em março, havia registrado uma queda real de 0,58%. Em fevereiro, havia subido 5,36%, mas, em janeiro, houve uma recuo real de 0,66%. Nos últimos sete meses, a arrecadação recuou em quatro deles – sempre na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Veja mais em:https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/23/com-alta-real-de-128percent-arrecadacao-tem-melhor-mes-de-abril-em-5-anos.ghtml

Campeões da energia limpa, Participação de sol e vento na energia elétrica sobe 20 vezes em 10 anos no Brasil;

Em abril deste ano, o país alcançou a marca de 15 mil megawatts (MW) de potência instalada (capacidade de geração) de energia eólica (do vento), o equivalente à usina de Itaipu, segunda maior hidrelétrica do planeta. No mesmo mês, a energia solar também chegou ao seu maior patamar, com pouco mais de 2.000 MW.

Com isso, a energia gerada pelos ventos e pela irradiação solar já representa 10% da matriz elétrica nacional, composta pelo conjunto de fontes disponíveis para a produção de eletricidade. Isso representa uma alta de 20 vezes em relação a dez anos, quando o percentual era de 0,5%, segundo o Anuário Estatístico da Energia Elétrica.

Os bons ventos do Nordeste

O Brasil tem 600 parques eólicos e 7.500 aerogeradores (turbinas eólicas), segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). O Nordeste, sozinho, é responsável por cerca de 80% da energia eólica gerada em todo país. O estado líder na produção é o Rio Grande do Norte

Entre os cinco estados que lideram na energia eólica, quatro são do Nordeste:

Rio Grande do Norte: com capacidade de 4.066 MW e 151 usinas

Bahia: com 3.951 MW e 153 usinas

Ceará: com 2.045 MW e 79 parques

Rio Grande do Sul: com 1.832 MW e 80 parques

Piauí: com 1.638 MW e 60 usinas de geração de energia.

”A região Nordeste e algumas localidades do Sul têm ventos fortes, constantes e estáveis, características essenciais para se produzir energia por mais tempo”

Bernardo Folly de Aguiar, superintendente de Projetos de Geração da Empresa de Pesquisa Energética (EPE)

Por causa dos bons ventos brasileiros, o fator de capacidade médio do país (percentual de tempo em que as usinas conseguem gerar eletricidade) foi de 42% em 2018, segundo a ABEEólica. A média mundial gira em torno de 25%.

Radiação solar o ano inteiro

No país, a geração de energia solar é dividida em centralizada (GC), produzida por 2.400 grandes usinas, e distribuída (GD), cuja origem são cerca de 66 mil painéis solares fotovoltaicos implantados em casas, comércios e indústrias, entre outros. Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar).

Que estados lideram na energia solar?*

Bahia: capacidade de produção de 669,9 MW e 26 empreendimentos

Minas Gerais: com 666 MW e 26 usinas

Piauí: potência instalada de 278,2 MW e nove usinas

São Paulo: com 238,9 KW e 12 empreendimentos

Ceará: com 160,3 KW e oito usinas

* Os números não levam em consideração a geração distribuída, só as grandes usinas.

Cinturão solar

Essas localidades, conforme a 2ª edição do Atlas Brasileiro de Energia Solar, divulgado no ano passado, estão no “Cinturão Solar”, região que vai do Nordeste ao Pantanal, passa pelo norte de Minas Gerais e pega o sul da Bahia e o nordeste de São Paulo.

No Nordeste, por exemplo, a radiação global média é de 5,9 kWh/m², enquanto no Sul é de 5 kWh/m².

Apesar dessa diferença, segundo o presidente do conselho da Absolar, Ronaldo Koloszuk, todo território nacional recebe elevada radiação solar o ano inteiro.

”Para você ter uma ideia, o local menos ensolarado do Brasil está em uma região de Santa Catarina, mas mesmo lá o sol gera mais eletricidade que o melhor sol da Alemanha” . Ronaldo Koloszuk, presidente do conselho da Absolar.

A Alemanha, no entanto, é o quarto maior gerador de energia solar do mundo, com 42 mil MW de potência instalada, 20 vezes a mais que o Brasil.

”Ainda existe uma grande diferença em comparação a outros países porque a energia solar é uma fonte nova no Brasil. Estamos engatinhando ainda”. Ronaldo Koloszuk, da Absolar .

Veja mais em:https://economia.uol.com.br/reportagens-especiais/estados-producao-energia-solar-eolica/index.htm#campeoes-da-energia-limpa

Preparem-se para tempos difíceis, adverte presidente chinês em meio a guerra comercial

A China tem que se preparar para tempos difíceis já que a situação internacional é cada vez mais complexa, disse o presidente chinês, Xi Jinping, em comentários divulgados pela mídia estatal nesta quarta-feira (22), no momento em que o país enfrenta aumentos de tarifas em uma guerra comercial com Washington.

Os dois países estão elevando as tarifas comerciais sobre os produtos um do outro, depois que as negociações para resolver a disputa foram interrompidas.

A disputa se intensificou desde a semana passada com Washington colocando a empresa chinesa de equipamentos de telecomunicações Huawei Technologies em uma lista negra de comércio, um golpe potencialmente devastador para a empresa que agitou as cadeias de fornecimento de tecnologia e investidores.

Durante uma viagem de três dias nesta semana para a província de Jiangxi, um dos berços da revolução comunista da China, Xi pediu às pessoas que aprendam as lições das dificuldades do passado.

“Hoje…precisamos superar vários grandes riscos e desafios nacionais e estrangeiros e conquistar novas vitórias para o socialismo com características chinesas”, afirmou Xi segundo a agência estatal de notícias Xinhua.

“Nosso país ainda está em um período de importantes oportunidades estratégicas para o desenvolvimento, mas a situação internacional é cada vez mais complicada”, acrescentou.

“Devemos estar conscientes da natureza complexa e de longo prazo de vários fatores desfavoráveis em casa e no exterior, e nos preparar adequadamente para várias situações difíceis.”

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“Sem o 5G, o Brasil atrasará a sua recuperação econômica”, diz executivo

São Paulo – Desde janeiro de 2018 no comando da gigante americana Qualcomm Technologies, uma das empresas de tecnologia mais valiosas do mundo, o brasileiro radicado nos Estados Unidos Cristiano Amon tem a missão de espalhar a telecomunicação 5G em todo o mundo.

Nesta semana, ele desembarca em Brasília para participar de um encontro que debaterá os rumos da telefonia, além de mostrar as vantagens do 5G, que deverá ter suas frequências licitadas em leilão do governo brasileiro em 2020. 
Para o executivo, o 5G acelerará a transformação digital das empresas, tornará a economia brasileira mais dinâmica e ajudará o país a ganhar competitividade global. Confira a entrevista completa.


Qual é a sua expectativa para o mercado de 5G no Brasil?

O 5G sofreu um processo de aceleração no mundo inteiro, principalmente nos países desenvolvidos. A expectativa é que o Brasil tenha o 5G em 2020. Tudo vai depender do prazo para o leilão de frequências. Porém, uma coisa importante de destacar é que o 5G tem uma diferença principal em relação às outras gerações de telefonia móvel. Ele não atende só a necessidade da operadora, mas de várias outros setores, como a indústria automotiva, todos os segmentos industriais, cidades inteligentes, entre muitas outros. Para um país em desenvolvimento como o Brasil, que está em busca de crescimento econômico, o 5G representa uma grande oportunidade. Gostaria que fosse implementado o mais rapidamente possível.

Veja mais em:https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2019/05/21/internas_economia,756216/sem-o-5g-o-brasil-atrasara-a-recuperacao-economica-diz-executivo.shtml

EUA usam ‘poder estatal’ para prejudicar empresas estrangeiras, diz China

Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lu Kang acusou os Estados Unidos de usar de modo incorreto seu “poder estatal” para prejudicar companhias estrangeiras e interferir nos mercados comerciais. “O governo chinês tem determinação e habilidade para salvaguardar seus legítimos direitos e interesses”, argumentou.

O porta-voz foi questionado sobre uma declaração do presidente americano, Donald Trump, de que um acordo comercial com os chineses teria de ser mais benéfico para os EUA do que para a China. Lu disse que a declaração havia sido “não científica e não profissional” para concluir que sempre precisa haver um vencedor e um perdedor nas relações comerciais entre os dois países.

O funcionário disse que qualquer acordo precisa ser equilibrado e mutuamente benéfico. Lu também disse que usar o poder do governo para “combater” companhias estrangeiras e interferir nos mercados não seria do interesse dos EUA. Fonte: Associated Press. 

Veja mais em:https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2019/05/21/interna_mundo,756198/eua-usam-poder-estatal-para-prejudicar-empresas-estrangeiras-diz-ch.shtml

Reestruturações de operações de cartão de crédito não são tão efetivas, alerta BC

BRASÍLIA (Reuters) – O Banco Central indicou em estudo divulgado nesta terça-feira que as reestruturações das operações de cartão de crédito não são tão efetivas, já que só metade dos clientes conseguiram ficar em dia com as contas um ano após terem renegociado suas dívidas.

Em box do Relatório de Economia Bancária, o BC analisou as reestruturações realizadas em dezembro de 2017 para as modalidades de cartão de crédito e crédito imobiliário, as principais em termos de clientes e saldo, respectivamente.

Após um ano, 55% da carteira de cartão de crédito reestruturada estava paga, adimplente ou com atraso inferior a 90 dias, representando 48% dos clientes. No caso do crédito imobiliário, os percentuais são bem superiores: 83% da carteira e 84% dos clientes.

“Esse comportamento pode estar relacionado com o fato de o crédito imobiliário ser de alto volume e envolver uma boa garantia, levando a um maior interesse tanto por parte do tomador quanto da instituição concedente em mantê-lo adimplente”, avaliou o BC.

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Fitch reafirma nota “BB-” do Brasil e destaca necessidade de reformas

SÃO PAULO (Reuters) – A agência de classificação de risco Fitch Ratings reafirmou nesta terça-feira a nota de crédito soberano do Brasil em “BB-“, com perspectiva estável, citando como obstáculos fraqueza estrutural das finanças públicas e alto endividamento do governo, em meio à necessidade de avançar com a reforma da Previdência.

Com essa nota, o país está três degraus abaixo da faixa chamada de grau de investimento, considerada de baixo risco.

A agência cita ainda perspectivas fracas de crescimento, ambiente político difícil e questões relacionadas a corrupção como variáveis que afetam a tomada de decisões econômicas e o progresso das reformas.

“Desafios fiscais continuam a pesar com força sobre o perfil de crédito e tornam o Brasil vulnerável a choques. Um completo fracasso em avançar com a reforma não pode ser descartado”, afirmou a agência em nota assinada pela diretora sênior do Grupo Soberano da Fitch para América Latina, Shelly Shetty.

“A Fitch acredita que a aprovação da reforma da Previdência é necessária, mas não suficiente para melhorar de forma significativa a perspectiva de curto prazo para as finanças públicas e para cumprir o teto de gastos nos próximos anos”, completou.

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