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Publicado o edital para o Programa Bombeiro Mirim em Goiás

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás lançou, na quarta-feira (30), o edital do Programa Bombeiro Mirim. O projeto, que oferece 150 vagas para crianças e adolescentes de 8 a 12 anos de idade, terá inscrições abertas, segundo a corporação, entre os dias 11 e 15 de fevereiro exclusivamente pela internet.

As inscrições vão ser abertas às 8h do dia 11 de fevereiro e encerradas às 18h do próximo dia 15, no site do Corpo de Bombeiros. Os participantes vão ser escolhidos por meio de um sorteio, com resultado a ser divulgado no dia 22 de fevereiro. As aulas estão previstas para começar no dia 11 de Março.

Saiba mais em: http://globo.com/go/goias/noticia/2019/01/31/publicado-o-edital-para-o-programa-bombeiro-mirim-em-goias-veja-como-participar.ghtml

Fonte: G1

Inep: quase 300 instituições têm “nota baixa” de qualidade

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou que 278 instituições de ensino superior no Brasil tiveram desempenho inferior às demais instituições avaliadas em 2017. De acordo com a autarquia do Ministério da Educação (MEC), 13,5% das instituições de ensino no Brasil tiveram um Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) 1 ou 2 em uma escala que vai de 1 a 5.

O índice 3 reúne a maior parte das instituições. Aquelas que tiveram um desempenho menor que a maioria recebem conceitos 1 ou 2. Já os que tiveram desempenho superior à maioria, recebem 4 ou 5. No ano passado, 10 instituições de ensino tiveram o menor índice, 1, e 268, o índice 2. A maior parte, 66% das instituições, obtiveram índice 3. Na outra ponta, cerca de um quinto, 20,5% obtiveram índices 4 ou 5.

O IGC é um indicador de qualidade do ensino superior brasileiro. Ele é calculado anualmente e leva em consideração uma série de insumos como avaliação dos cursos de pós-graduação e distribuição dos estudantes entre cursos de graduação e pós.

Entra no cálculo também o Conceito Preliminar de Curso (CPC), que por sua vez é calculado com base na nota dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), no Indicador de Diferença entre os Desempenhos Esperado e Observado (IDD) – que mede o quanto o curso de graduação agregou ao desenvolvimento do estudante – e no perfil dos professores.

Ao todo, 10.210 cursos tiveram o Conceito Preliminar de Curso (CPC) e 2.066 instituições de ensino tiveram o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) de 2017 divulgados hoje. Para o cálculo do IGC 2017, foram considerados CPCs de anos anteriores, totalizando 22.271 cursos de graduação. Foram considerados ainda 4.245 programas de mestrado e doutorado.

Os índices obtidos por cada instituição podem ser acessados no site do Inep.

FONTE: Agência Brasil

Em 2017, apenas 2,5% dos cursos de graduação tiveram nota máxima

No Brasil, apenas 2,5% dos cursos de graduação avaliados em 2017 tiveram desempenho máximo em avaliação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) que mede qualidade. Os dados são referentes ao Conceito Preliminar de Curso (CPC), divulgado pela autarquia.

O CPC classifica os cursos em uma escala de 1 a 5. O conceito 3 reúne a maior parte dos cursos. Aqueles que tiveram um desempenho menor que a maioria recebem conceitos 1 ou 2. Já os que tiveram desempenho superior à maioria, recebem 4 ou 5.

Em 2017, apenas 2,5% dos cursos avaliados nesse ano obtiveram o conceito máximo. Outros 36,3% obtiveram conceito 4. A maioria dos cursos, 52%, obteve conceito 3; 9,1% obtiveram conceito 2 e 0,4% obteve conceito 1, o menor na escala de qualidade.

Considerando as modalidades de ensino, mais cursos presenciais obtiveram conceitos superiores a 3: 39%. Entre os cursos a distância, 30,6% obtiveram conceitos 4 ou 5.

Ao todo, 10.210 cursos tiveram o Conceito Preliminar de Curso (CPC) em 2017. O CPC é calculado a partir da nota dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade); do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Esperado e Observado (IDD) – que mede o quanto o curso de graduação agregou ao desenvolvimento do estudante -; do perfil dos professores, que leva em consideração o regime de trabalho e a titulação; e do questionário aplicado aos estudantes sobre as percepções do processo formativo.

A cada ano um grupo diferente de cursos é avaliado. Em 2017, foram avaliadas as seguintes áreas com cursos de bacharelado e/ou licenciaturas: arquitetura e urbanismo; artes visuais; ciência da computação; ciências biológicas; ciências sociais; educação física; filosofia; física; geografia; história; letras inglês; letras português; letras português e espanhol; letras português e inglês; matemática; música; pedagogia; química e sistema de informação.

Também foram analisados os cursos de engenharia e engenharias ambiental; civil; de alimentos; de computação; de controle e automação; de produção; elétrica; florestal; mecânica e química, além dos cursos superiores de tecnologia nas áreas de análise e desenvolvimento de sistemas; gestão da produção industrial; gestão da tecnologia da informação e redes de computadores.

Os conceitos de cada cursos podem ser acessados no site do Inep.

FONTE: Agência Brasil

Mais de 1 milhão de jovens não concluem o ensino médio até os 19 anos

Dos 3,2 milhões de brasileiros com 19 anos, 2 milhões concluíram o ensino médio, o que representa 63,5% do total, segundo levantamento do movimento Todos Pela Educação, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio de 2012 a 2018 (Pnad-C) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Do total que não concluiu o ensino médio, 62% não estão mais na escola e, desses jovens, 55% pararam de estudar no ensino fundamental.

Para o diretor de Políticas Educacionais do Todos pela Educação, Olavo Nogueira Filho, o desafio não é só garantir a permanência dos jovens no ensino médio, mas levar para a escola os que abandonaram as salas de aula. “Os indicadores mostram que temos graves problemas no ensino médio e não estamos conseguindo revertê-los. Porém, o desafio maior refere-se à educação básica. Precisamos reverter a trajetória de insucesso na educação básica”, afirmou.

Entre 2012 e 2018, conforme o levantamento, houve um crescimento de 11,8 pontos percentuais na taxa de conclusão do ensino médio até os 19 anos. Segundo Nogueira Filho, a avaliação dos dados por estado mostra que é possível melhorar o atendimento aos jovens no ensino médio. Em Pernambuco, por exemplo, a taxa dos que concluem o ensino médio até os 19 anos (67,6%) é maior do que a média nacional. “Isso mostra que é possível fazer melhor”, disse. A responsabilidade pela educação básica é dos estados e municípios. A União participa com o financiamento.

Ensino fundamental

No ensino fundamental, conforme o levantamento, as taxas de conclusão mantiveram-se estáveis no período. Essa etapa teve uma queda no número absoluto de concluintes devido à redução da população de 16 anos no país. Em 2018, foram 212.281 concluintes a menos do que em 2017, que por sua vez teve menos concluintes que o ano anterior, com uma redução de 64.058.

Qualidade

Segundo a presidente-executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, os números refletem “um patamar baixo de qualidade da educação básica” no país. “Embora o país tenha o mérito de ter avançado na oferta do acesso à escola, temos falhado em garantir qualidade do ensino para todos e com isso vamos perdendo nossas crianças e jovens pelo caminho, configurando um grave cenário de exclusão escolar”, argumentou.

O movimento defende a adoção de uma estratégia nacional e uma atuação integrada da União, dos estados e dos municípios, na educação básica – que inclui educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. “Os indicadores demonstram que os desafios para nossos jovens concluírem a educação básica na idade certa são complexos e exigem atuação sistêmica, ou seja, com políticas públicas em várias frentes ao mesmo tempo e de forma integrada. Temos diagnósticos, temos evidências sobre quais os melhores caminhos, temos redes que estão avançando. Está na hora de priorizar as medidas que realmente podem fazer o país avançar na qualidade da educação básica”, afirmou Priscila Cruz.

O levantamento evidenciou a desigualdade no ensino. Adolescentes negros e moradores das áreas rurais têm taxas de conclusão mais baixas do que as dos brancos e de regiões urbanas em todas as etapas da educação básica. No ensino fundamental, a diferença entre negros e brancos é de 10,4 pontos percentuais e entre jovens de áreas rurais e urbanas, 12 pontos percentuais. No ensino médio, a distância se amplia para 19,8 pontos percentuais e 19 pontos percentuais, respectivamente.

A avaliação do Todos pela Educação é que o baixo índice de conclusão da educação básica na idade certa está relacionado à taxa de insucesso escolar, ou seja, a combinação da reprovação com o abandono. O levantamento mostra que, a partir do 3º ano do ensino fundamental, o final do ciclo de alfabetização, a taxa de insucesso escolar começa a se intensificar: em 2017, 10,5% dos alunos não passaram de ano. Já no 6º ano, esse índice salta para 15,5%. No 1º ano do ensino médio, de cada 100 alunos, 23 são reprovados.

FONTE: Agência Brasil

Primeira edição do Sisu 2019 deve abrir mais de 235 mil vagas

O Ministério da Educação (MEC) informou hoje (17) que o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) vai ofertar, no primeiro semestre do ano que vem, 235.476 vagas distribuídas em 129 universidades públicas de todo o país. Para concorrer ao processo seletivo, os candidatos deverão se inscrever pela internet, na página eletrônica do programa, de 22 a 25 de janeiro.

Segundo as regras do programa, para disputar a vaga, é necessário que o candidato tenha feito as provas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) de 2018 e obtido nota acima de zero na prova de redação. As pontuações individuais do Enem poderão ser consultadas a partir do dia 18 de janeiro.

O edital do Sisu permite que os candidatos se inscrevam em até duas opções de vaga, indicando, em ordem de preferência, as instituições de educação superior nas quais deseja ingressar, local de oferta, curso, turno e a modalidade de concorrência. Caso seja aprovado em ambas vagas, o estudante, porém, deve optar por uma delas.

A primeira edição do Sisu 2019 será constituída de uma única chamada regular, e o resultado será divulgado em 28 de janeiro.

O prazo para que as matrículas ou registros acadêmicos dos candidatos selecionados sejam efetuados nas instituições para as quais forem chamados será de 30 de janeiro a 4 de fevereiro.

FONTE: Agência Brasil

Com atraso de repasses aos Itegos, mais de seis mil alunos seguem sem aulas

  WhatsApp-Image-2018-12-10-at-14.12.08-1Profissionais dos Institutos Tecnológicos de Goiás (Itegos) de Catalão que atuam na educação profissional e tecnológica estão em greve há quase três meses devido ao atraso no pagamento dos salários. Os funcionários cobram repasses em atraso do governo estadual para o Instituto Reger, organização social responsável pela gestão de três institutos em Catalão e uma unidade em Anápolis.

De acordo com um representante do Itego em Artes Labibe Faiad, já são 3 meses de salário em atraso, “e estamos seguindo para completar o quarto mês (dezembro) e décimo terceiro sem pagamento”. Devido ao atraso, mais de 6 mil alunos dos Itegos em Artes Labibe Faiad, Professor Antônio Salles, Aguinaldo de Campos Netto e Colégios Tecnológicos (Cotecs), matriculados em cursos presenciais e à distância estão sem aulas.

No Itego Governador Onofre Quinan, em Anápolis, a greve dos funcionários iniciou-se no final de outubro e teve a adesão total no mês de novembro. Na unidade, apenas os cursos custeados pelo Pronatec não foram paralisados.

De acordo com a denúncia dos Itegos, o Instituto Reger estaria sem receber 6 repasses do Governo de Goiás, somando um valor de quase R$ 10 milhões, e por se tratar de uma organização social, “não tem condições de realizar a atualização dos salários e encargos trabalhistas, por depender exclusivamente dos repasses para cumprir suas obrigações”.

“Hoje todos os Itegos se encontram fechados, tanto pela greve dos professores quanto por falta de serviços essenciais como vigilância armada, limpeza, energia elétrica, internet,  aluguéis de equipamentos e veículos. Temos um cenário crítico com funcionários passando necessidades e acumulando dívidas bancárias”, informou o funcionário à reportagem.

Neste sentido, os profissionais afetados vêm, nos últimos meses, mobilizando manifestações para cobrar a regularização dos repasses. Na última terça-feira, 4, representantes dos Itegos de Catalão realizaram ato na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) para solicitar apoio dos deputados na interlocução com o Governo de Goiás e ainda, incluir no orçamento impositivo -Lei que está em debate na Alego – a destinação de recursos para o pagamento dos profissionais.

Sobre o impasse, a gestão estadual emitiu nota informando que está buscando soluções para regularização dos repasses às organizações sociais, que estão paradas, porém segundo as denúncias nada de concreto foi feito até o momento. Confira o comunicado da SED:

O Governo de Goiás está empenhado e negociando com as OSs dos Itegos os repasses dos pagamentos pendentes, o que deverá ocorrer esta semana.

Rede Itego

A Rede Itego, coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento (SED), conta com 22 Institutos Tecnológicos distribuídos em todo o estado, com objetivo de fomentar a educação profissional e tecnológica pública, de qualidade e gratuita, por meio da oferta de cursos e serviços, que atendem as demandas regionais e locais. Para isso, as unidades contam com a parceria na gestão compartilhada da educação profissional e tecnológica das Organizações Sociais (OSs).

fonte:www.jornalopcao.com.br

   

CNE vota hoje a Base Nacional Comum do Ensino Médio

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O Conselho Nacional de Educação (CNE) vota hoje (4) a Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio. O documento vai definir o conteúdo mínimo a ser ensinado em todas as escolas do país nas escolas públicas e privadas.

A BNCC deverá ter como norte o novo ensino médio, que, entre outras medidas, determina que os estudantes tenham, nessa etapa de ensino, uma parte do currículo comum e outra direcionada a um itinerário formativo, escolhida pelo próprio estudante, cuja ênfase poderá ser em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico.

A versão da BNCC apresentada pelo MEC e em discussão contém a parte comum para todos os estudantes do ensino médio. A pasta discute ainda o mínimo a ser aprendido em cada itinerário formativo, que pode ser escolhido pelos estudantes.

No ano passado foi aprovada a BNCC para o ensino infantil e fundamental. Esse documento já está em discussão em estados e municípios, que deverão definir a aplicação.

A discussão da construção da BNCC foi conturbada. Começou a ser discutida no governo de Dilma Rousseff, e com o impeachment, o documento foi modificado pelo governo de Michel Temer, o que gerou uma série de protestos.

(FONTE: Site Agência Brasil)