PF não investiga mensagens da Lava Jato e fere código; juristas criticam

A Polícia Federal (PF), subordinada ao ministro da Justiça, Sergio Moro, apura o vazamento de mensagens de Telegram do ex-juiz e de procuradores da Lava Jato, mas não investiga o conteúdo das conversas em si, se ele representa ou não um crime. Mas, segundo investigadores da própria PF e juristas ouvidos pelo UOL, a apuração deveria ser completa, como determina a legislação brasileira, já que as mensagens podem revelar crimes.

A PF no Paraná, que apura o caso de procuradores como Deltan Dallagnol e da juíza substituta Gabriela Hardt, não solicitou os telefones celulares dos mais de 15 membros do Ministério Público, que anunciaram que apagaram as mensagens. O órgão justificou à reportagem que “eventual perícia não é necessária”: “O conteúdo das mensagens não está sendo apurado; isso não é objeto da investigação”, disse a assessoria da corporação em Curitiba.

Saiba mais em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/07/06/pf-nao-investiga-conteudo-de-mensagens-da-vaza-jato-juristas-criticam.amp.htm

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